Termina a greve dos professores do Paraná: acompanhe os depoimentos direto da assembleia
"A greve dos professores do Paraná, uma das mais importantes lutas pela educação no último período, encerrou-se na manhã desta segunda-feira."
Declaração Nacional do Movimento Nossa Classe sobre o 6 de março chamado pela CSP-Conlutas
"Não marchamos nos dias 13 e 15 de março, nem com a direita, nem em defesa do governo! Por uma alternativa dos trabalhadores, independente de ambos! Pela construção de um dia nacional de paralisações! Construir o dia 6 de março!"
Funcionária da JBS: “Fui demitida por passar abaixo-assinado, pedindo para rever decisão de cobrar nossas refeições”
"Matéria publicada no portal Viomundo"
Boletim Nossa Classe Correios
"Mais do que nunca temos que nos unir porque só nossa união pode enfrentar esses ataques e exigir um trabalho digno para todos"
SOS/USP para conservarmos nossos direitos e preservarmos o que resta da educação pública de qualidade no ensino infantil: lutando contra o desmonte!
""Perante o histórico de lutas que garantiu a construção do direito à Creche para os filhos e tutelados legais de estudantes, funcionários e professores da Universidade de São Paulo, e diante do desmonte escancarado da universidade, convoco a comunidade USP à luta!""
domingo, 17 de agosto de 2014
ZAGO, ALCKMIN E FUNDAÇÕES: TIREM AS MÃOS DA USP!
ABAIXO O CORTE DOS SALÁRIOS! TODOS CONTRA O DESMONTE A UNIVERSIDADE
FORA FUNDAÇÕES PRIVADAS DO HU E DO HRAC!
nesta segunda-feira após a Assembléia!
Operários ocupam fábrica Donnelley na Argentina e colocam pra produzir sob controle operário! O que temos a ver com isso?
sábado, 16 de agosto de 2014
Jornal Nossa Classe nº 2
O Movimento Nossa Classe foi fundado logo após a
greve dos garis do RJ, num encontro nacional com mais de 200 trabalhadores de
diversas categorias de 4 estados do país. Atuamos fortemente nas lutas em
cada categoria onde estamos, e
principalmente agora na USP, onde organizamos dezenas de companheiros e somos parte
do comando de greve e do Sintusp, que é um dos poucos sindicatos combativos e
democráticos do país. Queremos que os trabalhadores de todo o país conheçam as
lutas do Sintusp e dos trabalhadores da USP que deixam várias lições e exemplos
a seguir, assim como a greve dos garis do RJ. Além do Sintusp, atuamos também
em metroviários, professores, bancários, correios, petroleiros, indústria da
alimentação, metalúrgica, química, calçadista e outras categorias. Nesse
jornal, que a partir de agora será publicado ao menos uma vez por mês e
distribuído em dezenas de milhares pelo país, queremos compartilhar lições do
atual ascenso de greves, para que cada nova luta que surja não parta do zero, e
sim das experiências mais avançadas. Queremos também explicar porque
consideramos que a luta dos trabalhadores da USP e das estaduais paulistas deve
ser encarada como uma luta de toda a nossa classe. Se eles vencem, nós
vencemos. Chamamos a construir conosco o Movimento Nossa Classe, como
alternativa classista e combativa no movimento operário nacionalmente. Leia,
discuta e distribua este jornal. Entre em contato conosco.Retomar o caminho aberto pelos garis do RJ com a grande greve dos trabalhadores da USP, Unesp e Unicamp
Precisamos resgatar o caminho deixado pelos garis das vitórias, pois os problemas que fizeram milhões saírem às ruas em junho do ano passado permanecem os mesmos, e a onda de greves não garantiu uma melhoria efetiva dos salários e direitos para os trabalhadores. Mas os trabalhadores vão seguir mostrando que NÃO TEM ARREGO, que não vamos deixar passar os ataques e vamos conquistar nossas demandas!
A voz dos trabalhadores das estaduais paulistas em luta, lições para toda a classe trabalhadora
Tenho orgulho de fazer parte de um sindicato que, diferente da maioria do país, é reconhecido na base da categoria como de luta, por vários motivos. Em primeiro lugar, porque garantimos a democracia e o poder de decisão da base. Por exemplo, nessa greve a direção é do comando de greve que tem trabalhadores eleitos na base, onde tenho o mesmo direito de voz e voto que qualquer trabalhador. O movimento organizado pela base é o que nos permitiu aguentar 80 dias com uma greve forte, a mais longa da história, enfrentando a intransigência. Por isso, é que dizemos que é necessário expulsar os dirigentes sindicais vendidos que só querem privilégios e recuperar os sindicatos para a luta. Os trabalhadores não vão pagar pela crise da USP! Por isso exigimos a abertura imediata do livro de contas e mais verbas pra educação pública, como parte de atender a demanda salarial e contratação de funcionários e professores. Este é o caminho necessário na luta por uma universidade a serviço dos trabalhadores e do povo pobre, sem vestibular, e dirigido por um governo tripartite com maioria estudantil
Marcelo Pablito, trabalhador do restaurante da USP e diretor do Sintusp
Na Unesp, somos 24 campi pelo estado e encontrávamos muita dificuldade em nos comunicar e construir ações conjuntas. A base pressionou o sindicato pela realização do III Encontro Estadual dos Trabalhadores da Unesp e, a partir dele, foi criada a Comissão Estadual de Mobilização, composta por trabalhadores eleitos na base, que com reuniões semanais passou a articular ações, como o Trancaço Unificado do dia 31/07 do qual participaram 11 unidades. Essa é a nova tradição de luta que vem se forjando na Unesp: organização pela base, utilização de métodos de luta da nossa classe e que só unidos somos fortes.
20:24
Blog MNC








